Ir para o conteudo

Lucro

Origem: Wikipedia, a enciclopedia livre.

Lucro (do termo latino lucru), em sentido amplo, e todo ganho ou vantagem obtidos. No campo mais estrito da economia, e o retorno positivo de um investimento, deduzido dos gastos que este exigiu.[1][2][3]

Na economia, o termo lucro tem dois significados distintos, mas relacionados. O lucro normal representa o custo de oportunidade total (explicito e implicito) de uma empresa de um empreendedor ou investidor, enquanto o lucro economico e, pelo menos na teoria neoclassica, que domina a economia moderna, a diferenca entre a receita total da empresa e todos os custos, inclusive o lucro normal.[4]. Em ambos os casos, o lucro economico e o retorno a um empresario ou um grupo de empresarios. O lucro economico e, portanto, o retorno ao proprietario do capital social, dinheiro ou titulos investidos inicialmente. Um conceito relacionado, muitas vezes considerado como sinonimo em determinados contextos, e o de renda economica - o lucro economico pode ser considerado como a renda empresarial[5]

Outros tipos de lucro tem sido referenciadas ao conceito, incluindo os lucros sociais (relacionados as externalidades). Nao deve ser confundido com o lucro em financas e contabilidade, que e igual a receita menos custos explicitos, ou mais-valia, um conceito na teoria economica marxista. Na verdade, a definicao dominante do termo hoje deve ser diferenciado do que foi dado pela economia classica, que define o lucro como o retorno ao empregador do estoque de capital (como maquinas, fabricas, e arados), em qualquer exercicio que envolva o trabalho produtivo. As definicoes da teoria neoclassica, no entanto, somente equivalem quando se considera que devolvem-se lucros a quem investiu capital (financeiro). Segundo os principios da economia aziendal, o lucro pode ser originario do funcionamento (lucro operacional) e do redito (lucro da gestao economica).

Historia

[editar | editar codigo]

Durante a Idade Media, a etica religiosa foi um poderoso impedimento a praticas gananciosas e especulativas nas relacoes economicas ocidentais. Com o crescimento do comercio e o advento do mercantilismo, essa etica foi deixada de lado mas ainda nao se apercebia do fato de o lucro ser causado pela expansao economica e aumento da capacidade produtiva. O empenho existente era pelo monopolio imposto pelos comerciantes maritimos e pelas proibicoes de exportacao de materias-primas e importacao de produtos manufaturados, pelos industriais. Somente com a influencia de Adam Smith, que se posicionaria contra essas praticas, defendendo a liberdade de comerciar e consumir, com o bem-estar de todos garantido pela expansao do processo produtivo, e que o quadro antigo comecaria a se alterar.

Otavio Gouveia de Bulhoes afirma que, no mercantilismo, "o lucro esta subordinado a valorizacao ou desvalorizacao do produto". O autor assinala tambem que, durante a Revolucao Industrial, Karl Marx defendeu que o lucro seria a parcela nao paga ao assalariado, enquanto a Escola Austriaca, atraves de Bohm-Bawerk, teorizou que o produto acabado tem mais valor do que o alcancado pelos fatores de producao, pois a escola acreditava na ideia de que os produtos do presente possuem mais valor do que os produtos futuros. Bulhoes chama o primeiro de "lucro-confisco (advindo da transferencia de renda)" e o segundo de "desagio". Conclui que o "lucro de investimento, como soma adicional de renda" somente seria compreendido no Seculo XX. Segundo Bulhoes, foi Knut Wicksell que, a partir de 1934, "deu enfase a mudanca de escala de producao como caracteristica do investimento e assinalou o acrescimo de produtividade como fonte de lucro".[6]

Lucro normal

[editar | editar codigo]

O lucro normal e um componente (implicito) dos custos, e portanto, nao um componente do lucro economico. O componente de lucro normal da empresa e, portanto, o lucro que o empresario considera necessario para fazer funcionar o seu investimento, ou seja, e comparavel ao custo de oportunidade..[4] Se a empresa nao o inclui como um fator de producao, ele tambem pode ser visto um retorno de investimento de capital, o que equivale ao retorno do capital que o proprietario poderia ter esperado (em um investimento seguro), uma compensacao pelo risco.[7] Em outras palavras, o lucro normal varia dentro e entre os custo dos investimentos, e e compativel com o grau de risco associado a cada tipo de investimento, conforme a taxa de risco-retorno.

Apenas os lucros normais surgem em circunstancias de concorrencia perfeita, quando o equilibrio economico de longo prazo e alcancado, nao ha incentivo para as empresas entrarem ou sairem do mercado.

Lucro economico

[editar | editar codigo]

O lucro economico surge quando a receita ultrapassa o custo de oportunidade dos insumos, observando que estes custos incluem o custo de capital proprio que e preenchido por lucros normais. Se uma empresa esta tendo uma perda economica (o seu lucro economico e negativo), segue-se que todos os custos previstos nao estao sendo cumpridos na integra, bem como a empresa faria melhor em deixar o mercado no longo prazo. Em termos da economia em geral, o lucro economico indica que os recursos estao sendo empregados em empreendimentos uteis, enquanto as perdas economicas indicam que os recursos seriam melhor empregados em outros investimentos.[5]

Categorias de lucro no Brasil

[editar | editar codigo]

Otavio Gouveia de Bulhoes cita o erro historico no Brasil de considerar-se lucro a elevacao de precos, tanto que o termo em ingles valorization foi definido pelo Dicionario Webster como um neologismo de origem brasileira, difundido no mundo com a expressao "valorizacao do cafe".[8] Esse autor foi um dos defensores da metodologia da correcao monetaria que procuraria expurgar do calculo do lucro os efeitos relacionados com a inflacao.

Contabilmente, lucro nada mais e do que valores excedentes de um investimento capitalizacional, relacionando isso ao mais puro calculo de subtracao em relacao a receita e despesa. Cujo valor sera positivo, em sua diferenca realizada no calculo simples de receitas menos despesa. Em epocas de alta inflacao como nas decadas de 1970 a 1990, essa subtracao no Brasil teve que ser ajustada pelo calculo das correcoes monetarias dos investimentos civilizacionais.

De acordo com a estrutura das Demonstracoes Contabeis de Resultados utilizadas no Brasil, o lucro sob esse conceito e ainda desdobrado nas seguintes categorias:

  • Lucro bruto: diferenca positiva de Receitas menos Custo;
  • Lucro operacional: diferenca positiva do lucro bruto e das despesas operacionais;
  • Lucro nao operacional: resultado positivo das receitas e despesas nao operacionais;
  • Lucro liquido: diferenca positiva do lucro bruto menos o lucro operacional e o nao operacional;
  • Lucro a ser distribuido: lucro liquido menos a quantia destinada a Reservas de Lucros ou compensada com os Prejuizos Acumulados;

A legislacao tributaria criou outras categorias de Lucro, a saber (vide Contabilidade tributaria):

  • Lucro real: base de calculo do imposto de renda das pessoas juridicas. (Contabilmente, seria o lucro liquido menos as adicoes e exclusoes de despesas feitas para fins de apuracao do tributo citado).
  • Lucro inflacionario: parcela do lucro real, composta do saldo credor da correcao monetaria de balancos ajustado pelas variacoes monetarias e cambiais, e que podia ser diferido, ou seja, devido em exercicios futuros).
  • Lucro de exploracao: parte do lucro real formado pelas Receitas oriundas de incentivos fiscais do imposto de renda (isencao ou reducao).
  • Lucro presumido: outra base de calculo do imposto de renda, basicamente sobre receitas, e com escrituracao simplificada no livro caixa.

Lucro real

[editar | editar codigo]

Lucro real e uma expressao da legislacao fiscal (mais antigamente conhecida como lucro tributavel), para a apuracao do imposto de renda e da Contribuicao Social sobre o lucro liquido (CSLL) da pessoa juridica, onde o imposto de renda e determinado a partir do lucro contabil, acrescido de ajustes (positivos e negativos).[9][10] O pagamento e feito mediante a utilizacao do Documento de Arrecadacao de Receitas Federais - Darf.[11]

Lucro e Ecologia

[editar | editar codigo]

O Lucro e a Ecologia sao dois temas que caminham juntos. Ambos estao interligados nos debates que visam entender como a sustentabilidade corporativa e a responsabilidade socioambiental fazem parte de uma serie de criticas ao modelo de desenvolvimento baseado na exploracao intensiva de recursos naturais. Os temas aqui citados tambem geram reflexoes sobre como esse modelo de extracao de recursos interfere diretamente em debates contemporaneos sobre a crise climatica e o futuro do planeta.

No contexto das sociedades contemporaneas, onde o Lucro sobressai qualquer ideia de sustentabilidade ou de responsabilidade ecologica, temos uma enorme demanda imobiliaria se criando nas grandes cidades. Empresas buscam aumentar seus territorios de investimento e liderar o mercado financeiro sem se importar com as questoes ecologicas. Em busca de altos lucros, exploracao e degradacao de ambientes florestais, rios e comunidades se tornaram algo inevitavel.

Algumas pesquisas atuais evidenciaram praticas que buscam ser sustentaveis dentro do ambito da responsabilidade socioambiental corporativa e que trouxeram novas criticas ao modelo capitalista.

Uma dessas investigacoes teve como objetivo analisar se houve maior rentabilidade entre as empresas que investem em praticas de sustentabilidade e que estao listadas no Indice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da Bovespa.[12]

Os tombamentos dos rios de Sao Paulo

[editar | editar codigo]

O tombamento dos rios de Sao Paulo (entendido aqui como o processo de canalizacao, retificacao e, em muitos casos, soterramento de cursos d'agua) esta diretamente ligado a logica de crescimento urbano da cidade, que historicamente privilegiou interesses economicos e de valorizacao imobiliaria em detrimento da preservacao ambiental. A reconfiguracao da hidrografia paulistana a partir do seculo XX foi influenciada por uma visao de progresso associada a um ideal maior, onde o empreendimento urbano era a chave para o crescimento da regiao.

A cidade de Sao Paulo foi originalmente formada na area hidrografica extensa, composta por rios como o Tiete, Pinheiros, Tamanduatei e varios corregos. Ate o final do seculo XIX, esses cursos d'agua desempenhavam funcoes vitais para o abastecimento e transporte da regiao. Porem, a partir da decada de 1930, com o grande movimento intenso da urbanizacao, o processo de canalizacao dos rios mudou atendendo a um objetivo de controlar as enchentes e liberar terrenos para o crescimento de predios e empresas.

As mudancas nos rios da cidade trouxeram muitos problemas. Com tanto asfalto e concreto, a agua da chuva nao tem mais para onde escoar, e as enchentes ficaram cada vez mais frequentes e fortes. Alem disso, muitos animais e plantas que viviam nos rios desapareceram, e a agua ficou mais poluida. As pessoas tambem se afastaram dos rios, que acabaram escondidos ou esquecidos. Quem mais sofreu com tudo isso foram as comunidades mais pobres, foram empurradas para areas distantes e mais vulneraveis.

Nos ultimos anos, de movimentos sociais a pesquisadores e organizacoes ambientais tem se mobilizado para trazer de volta a relacao entre Sao Paulo e seus rios. Projetos como o Rios e Ruas[13] buscam mostrar que, por baixo do asfalto, ainda existem cursos d'agua vivos, que podem ser reconhecidos e revitalizados. Em algumas partes da cidade, ja comecaram pequenas experiencias para recuperar corregos esquecidos e pensar um jeito de planejar a cidade respeitando a natureza.

Marketing Verde

[editar | editar codigo]

O '''ambientalismo no seculo XX''' refere-se ao conjunto de movimentos e iniciativas que emergiram em paises desenvolvidos, a partir da segunda metade do seculo. Esse movimento focou na conservacao da natureza, na critica ao uso indiscriminado de recursos naturais e na promocao da justica ambiental. Caracterizado por sua fragmentacao e ausencia de uma agenda unificada, o movimento abrangia uma coalizao diversificada de grupos com interesses especificos, como protecao da vida selvagem, combate a poluicao, oposicao a megaprojetos de infraestrutura (como barragens) e defesa de populacoes vulneraveis, entre outras causas.

Nas decadas seguintes a Segunda Guerra Mundial, o rapido crescimento industrial e a expansao agricola intensiva em paises desenvolvidos geraram preocupacoes crescentes sobre degradacao ambiental. Nesse periodo, organizacoes e ativistas comecaram a desafiar politicas publicas e praticas corporativas que privilegiavam o desenvolvimento economico em detrimento da sustentabilidade ecologica. A poluicao do ar e da agua, a perda de biodiversidade e os impactos de pesticidas quimicos tornaram-se focos centrais de mobilizacao, embora as demandas variassem significativamente entre grupos regionais e tematicos.[14]

A publicacao do livro ''Primavera Silenciosa'' (1962), da biologa marinha Rachel Carson, marcou um ponto de virada na conscientizacao publica sobre os riscos ambientais. A obra criticou duramente o uso indiscriminado de pesticidas sinteticos, como o DDT, promovido pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos como parte da Revolucao Verde. Carson demonstrou como esses quimicos, amplamente utilizados para aumentar a produtividade agricola, contaminavam cadeias alimentares, ameacavam especies e colocavam em risco a saude humana, associando-os a casos de cancer e doencas neurologicas.

O livro enfrentou forte oposicao da industria quimica, que o descreveu como "alarmista", mas a linguagem acessivel influenciou a opiniao publica. ''Primavera Silenciosa'' e creditado por catalisar a criacao da Agencia de Protecao Ambiental dos Estados Unidos (EPA) em 1970 e pela posterior proibicao do DDT em diversos paises.[14]

A mudanca do padrao de producao

[editar | editar codigo]

Algumas empresas tem percebido uma mudanca nas intencoes dos consumidores. Quando se trata do assunto, a preferencia por produtos que nao contribuam para a destruicao do meio-ambiente, tem ganhado um lugar cada vez maior na lista de compras, o chamado "agir na prateleira do supermercado".[15] Ao escolher mais produtos com embalagens biodegradaveis, movimenta-se a industria como um todo, fazendo a repensar sua linha de producao. Por outro lado, empresas que nao se adaptarem a esse novo mercado, poderao ficar para tras, em uma economia cada vez mais dinamica, onde a adaptacao lenta leva a perda de espaco, atender as novas preferencias de consumo e primordial.

Na mesma linha dessa mudanca de preferencia, estao os produtos da Agricultura Organica (AO), os quais com ajuda do marketing tem ganhado peso no processo decisorio de compra. Nos corredores dos supermercados, o selo de produto AO chama a atencao, ligado a uma imagem de saldavel (um outro fator que tem influenciado a opcao de compra), ganham uma nova roupagem de produto premium, aumentando ainda mais as chances de ser o escolhido em meio a outros tantos, de precos ate mais baixos, mas que nao trazem a sensacao de se estar preservando o meio ambiente e cuidando de si mesmo.[16]

Na ponta das industrias, a migracao para a AO ganha mais um elemento positivo, pois esse tipo de producao tende a ser mais lucrativo. Como os produtos ganham uma apresentacao de uma qualidade superior, ostentam um valor agregado maior, sendo preferidos em meio aos concorrentes mas, tambem, essa forma tende a ser mais produtiva. Contudo, esse aumento de produtividade nao ocorre em um curto prazo, fator que pode ser um grande limitador para essa transicao, ha uma diminuicao dos gastos com agrotoxicos, porem a queda imediata da producao, e o custo de adubacao para recuperacao do solo tende a elevar os custos mais acentuadamente. No cultivo especifico do cafe, como exemplificador, ha uma queda na producao apos a transicao que gira em torno de 10% a 30%, mas que tende a se recuperar em um periodo de 5 a 6 anos, em contra partida o cafe com selo organico tem um valor em media 20% a 30% contribuindo para equilibrar as perdas iniciais.[17]


Ver tambem

[editar | editar codigo]

Referencias

  1. | Eliane Pereira Zamith Brito, Luiz Artur Ledur Brito e Fabio Morganti (28 de junho de 2017). <<Inovacao e o desempenho empresarial: lucro ou crescimento? (Especialmente paginas 11, 12 e 14)>>. "RAE Eletronica" da Fundacao Getulio Vargas + SciELO Brasil. ISSN 1676-5648. Consultado em 28 de junho de 2017. Copia arquivada em 28 de junho de 2017
  2. | Antonio Carlos Dias Coelho e Alexsandro Broedel Lopes (28 de junho de 2017). <<Avaliacao da pratica de gerenciamento de resultados na apuracao de lucro por companhias abertas brasileiras conforme seu grau de alavancagem financeira>>. Revista de Administracao Contemporanea / SciELO Brasil. ISSN 1982-7849. doi:10.1590/S1415-65552007000600007. Consultado em 28 de junho de 2017. Copia arquivada em 28 de junho de 2017
  3. | FERREIRA, A. B. H. Novo dicionario da lingua portuguesa. 2a edicao. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 051.
  4. | a b Carbaugh, 2006. p.84.
  5. | a b Hirshleifer et al., 2005. p. 160.
  6. | BULHOES, OCTAVIO GOUVEIA DE - Dois conceitos de Lucro - Apec Editora S.A - 1969, Rio de Janeiro - pgs. 27-35
  7. | Lipsey, 1975. p. 217.
  8. | BULHOES, OCTAVIO GOUVEIA DE - Dois conceitos de Lucro - Apec Editora S.A - 1969, Rio de Janeiro - pg. 26
  9. | Sergio de Iudicibus e Jose Carlos Marion (2010). Contabilidade Comercial. [S.l.: s.n.] ISBN 978-85-224-5978-0
  10. | <>. grupovalue.com.br. Consultado em 7 de outubro de 2015
  11. | <>. www.trf1.gov.br. Consultado em 8 de outubro de 2015
  12. | BEZERRA, R. M. G. C. Sustentabilidade e lucratividade: um estudo exploratorio nas empresas listadas no ISE da Bovespa. 2013. Trabalho de Conclusao de Curso (Graduacao em Ciencias Contabeis) - Universidade Estadual da Paraiba, Centro de Ciencias Sociais Aplicadas, 2013.
  13. | <>. 1 de junho de 2021. Consultado em 24 de maio de 2025
  14. | a b STOLL. Mark, A ascensao e a globalizacao do ambientalismo. In: STOLL, Mark. Lucro, Edicoes 70, 2023, p. 345-383
  15. | OTTMAN, Jacquelyn A. Marketing verde: desafios e oportunidades para a nova era do marketing. Sao Paulo: Makron Books, 1994.
  16. | MOTTA, S. L. S.; ROSSI, G. B.. A influencia do fator ecologico na decisao de compra de bens de conveniencia. RAM. Revista de Administracao Mackenzie, v. 2, n. 1, p. 126-130, 2001.
  17. | OLIVEIRA, R. A. DE .; CAIXETA FILHO, J. V.. Analise da maximizacao do lucro e minimizacao do custo no processo de conversao do cafe convencional para o organico: um estudo de caso. Revista de Economia e Sociologia Rural, v. 51, n. 3, p. 535-554, jul. 2013.


Ver tambem

[editar | editar codigo]

Referencias

Ligacoes externas

[editar | editar codigo]
O Wikiquote tem citacoes relacionadas a Lucro.
Agentes




Fatores
Remuneracao
Setores
Economicos
Setor primario
Setor secundario
Setor terciario
Setores adicionais
Tipos de
Bens
Quanto a raridade
Quanto a utilidade
Quanto a demanda
Quanto ao carater
Outros bens
Tipos de
Servicos
Relacionados