Niklas Luhmann
Esta pagina cita fontes, mas que nao cobrem todo o conteudo. Ajude a inserir referencias (Encontre fontes: Google (N * L * A * I * WP refs) * ABW * CAPES). (Novembro de 2016) |
| Niklas Luhmann | |
|---|---|
| Nascimento | 8 de dezembro de 1927 Luneburgo |
| Morte | 6 de novembro de 1998 (70 anos) Oerlinghausen |
| Sepultamento | Lipperreihe |
| Nacionalidade | Alema |
| Cidadania | Alemanha |
| Alma mater | |
| Ocupacao | Sociologo |
| Distincoes |
|
| Empregador(a) | Universidade de Bielefeld |
| Obras destacadas | Luhmann's systems theory |
Niklas Luhmann (Luneburgo, 8 de dezembro de 1927 -- Oerlinghausen, 6 de novembro de 1998) foi um sociologo alemao apontado como um dos principais autores das teorias sociais do seculo XX, deixando uma obra com mais de 14.000 paginas.[1]
Durante sua carreira academica, Luhmann tambem abordou em seus estudos a politica, as artes, economia, religiao e os sistemas comunicacionais[2].
Adepto de uma teoria particularmente propria do pensamento sistemico, Luhmann investiga os sistemas sociais e se apropria de um conceito da Biologia desenvolvido pelo pesquisador Humberto Maturana, juntamente com Francisco Varela, a autopoiese, que consistia na autorreproducao de uma especie" [3]. Essa ideia foi incorporada a sociedade devido ao principio de fechamento operativo que existe dentro dos sistemas que a compoem[4].
Biografia
[editar | editar codigo]Luhmann nasceu no distrito de Luneburg, na Alemanha. Estudou direito na Universidade de Freiburg, entre 1946 e 1949, quando obteve seu doutorado e comecou sua carreira na administracao publica. Durante um descanso em 1961 foi para Harvard para estudar a sociologia de Talcott Parsons. Nos ultimos anos, Luhmann abandonou o sistema teorico de Parsons. Ao deixar o servico publico em 1962, estudou na Hochschule fur Verwaltungswissenschaften (Universidade para Ciencias Administrativas) em Speyer, na Renania-Palatinado, onde foi influenciado pelo pensamento sociologico de Arnold Gehlen. Luhmann permaneceu em Speyer ate 1965, quando se mudou para Munster onde trabalhou no departamento de pesquisa social da universidade, ao mesmo tempo que concluiu um semestre de sociologia. Dois livros anteriores foram retroativamente aceitos como tese de Pos-Doutorado e recebeu o titulo de Professor. Em 1969 foi indicado professor de sociologia na recem-fundada Universidade de Bielefeld onde lecionou ate a aposentadoria, em 1993. Continuou seu trabalho ate finalmente completar sua grande obra, Die Gesellschaft der Gesellschaft ("A Sociedade da Sociedade"), publicado em 1997.
Teoria Geral dos Sistemas Sociais
[editar | editar codigo]O elemento central da teoria de Luhmann e a comunicacao. Ela tem o papel de regular as relacoes entre o sistema e o ambiente. Na teoria de Luhmann, a ideia de transferencia de informacao e deixada de lado. O receptor nao recebe uma informacao da mesma maneira que e emitida. No processo de comunicacao, essa informacao e multiplicada. Ele aplica esse erro ao excesso de ontologia, ao supor que a informacao propagada e a mesma adquirida. Em 1994, Luhmann apresentou uma exposicao sobre a realidade dos meios de comunicacao e apos isso ele publicou seu livro.[5] Luhmann utiliza varios conceitos apropriados de diversos autores e cada conceito ganha um significado novo e algumas vezes diferente da nocao inicial.[6]
A principio e necessario entender alguns conceitos: sistema, ambiente e sistemas sociais.
Luhmann queria se diferenciar da nocao de sistema presente no dicionario, ele faz isso ao propor imaginar sistema atraves de sua diferenca com ambiente.
Isso significa que tudo que existe e sistema ou ambiente. Um sistema pode ser ambiente de outro sistema, isso depende do ponto de referencia com que se observa. Nao faz sentido dizer que algo e ambiente por si so, e isso nao faz do sistema mais importante do que o ambiente. Um nao existe sem o outro, eles nao sao independentes.
Os sistemas sociais sao aqueles constituidos por comunicacao, tudo que nao e comunicacao esta no ambiente. Isto quer dizer que o homem se encontra no ambiente do sistema social, fora da sociedade. Mesmo assim, para Luhmann nao existe sociedade sem seres humanos, eles precisam existir e permanecer fora da sociedade. Se por alguma razao o homem nao pudesse falar e so existisse esse modo de comunicacao, nesse caso haveria homens sem sociedade. Entao, e provado, que sem comunicacao nao ha sociedade. Porem, a teoria nao exclui completamente o homem da sociedade.
Luhmann aborda tres tipos de sistemas sociais: as interacoes, as organizacoes e a sociedade.
O primeiro deles e mais facil e a interacao. Para que ela aconteca e necessario a presenca fisica de duas ou mais pessoas, que percebam a presenca um do outro. A duracao e bem curta e isso dificulta a continuidade da interacao. Ter a presenca fisica como um pre-requisito nao quer dizer que as pessoas participem da interacao. Por mais estranho que possa ser entender como o elemento principal (o homem) deste sistema nao faz parte do que e definido, para Luhmann, isso e possivel por conta do fechamento operacional do sistema. As pessoas sao essenciais para a comunicacao, contudo, a diferenciacao acontece porque o sistema e independente, ele opera a sua maneira e isso ultrapassa a acao dos participantes nessa interacao.
Nas empresas, que e um tipo de organizacao fica mais simples compreender essa autonomia da comunicacao. Para que ela seja efetivada, e preciso um determinado periodo de tempo para indicar uma sustentacao apos o fim das interacoes. O estabelecimento de regras e a selecao de pessoas competentes garantem a permanencia de uma organizacao. A decisao e o tipo de comunicacao mais usado nesse sistema. Por meio disso, e perceptivel como a comunicacao ultrapassa o homem e forma ela propria um sistema. Uma organizacao toma rumos proprios, mesmo dependendo das decisoes de seus integrantes, ela esta acima deles. Existem regras, e uma vasta memoria contida em documentos, na cultura, na mente dos gerentes e que sao vivenciadas diariamente. Desse modo, essas decisoes que sao tomadas cotidianamente vao alem das pessoas que o formam e a comunicacao constitui um sistema social proprio.
A sociedade constitui o terceiro sistema social e abrange todas as comunicacoes produzidas e inclui as organizacoes e interacoes.
O sistema apresentado por Luhmann e autopoietico, ele mesmo produz e reproduz qualquer minimo elemento que o constitui. Por ser fechado operacionalmente, as comunicacoes sao produzidas somente dentro do sistema e essas mesmas comunicacoes produzem outras. Por exemplo, isso pode ser comprovado numa simples interacao: Numa sala de aula, o professor repassa o seu conhecimento aos alunos e vice-versa. Quanto mais se fala e os alunos participam, mais possibilidades de comunicacao se abrem. Se ninguem diz nada, nao havera comunicacao.
O conceito de acoplamento estrutural soluciona a duvida de como e possivel haver comunicacao se o homem esta fora da sociedade. Simplificando, o sistema e o homem estao vinculados, significa que o ambiente(nesse caso, o homem) pode alterar a direcao da operacao dentro no sistema sem uma invasao direta.
O homem esta acoplado ao sistema, ele pode produzir uma serie de irritacoes, algo que perturbe, altere o sistema ou o tire de seu estado inicial. No fim, o sistema vai produzir certas acoes por conta dessa mudanca direcionada pelo homem. O sistema nao modifica suas operacoes internas, ele so ira absorver e gerar, obedecendo a sua logica a esses direcionamentos.
Entre o sistema social e o homem ocorre um tipo especial de acoplamento estrutural: a linguagem. Esses dois sistemas dependem um do outro. Acoplamento estrutural nao quer dizer que exista uma invasao, mas sim que um pode acessar a multiplicidade do outro. Nesse caso, inexiste uma juncao mas um acessa a complexidade do outro, e o fechamento operacional continua.[6]
Por exemplo, a Rede Globo e idealizadora do Crianca Esperanca que apoia projetos sociais realizados pela Unesco. A organizacao e um sistema que se torna acoplado a certos segmentos da sociedade, a uma parcela da populacao mais carente. Ela visualiza um investimento promissor nesse tipo de associacao, por conta da relevancia social e passa a investir nisso divulgando valores como solidariedade e o voluntariado. Ao mesmo tempo, esses segmentos sao beneficiados pela visibilidade que alcancam. Os dois sistemas dependem um do outro, se um cresce o outro tambem, mas nenhum deixa de operar a sua maneira.[7]
O conceito de interpenetracao diverge do conceito de acoplamento estrutural mesmo estando muito proximos semanticamente. A interpenetracao e analoga a uma interseccao sistemica.
Conceitos Fundamentais
[editar | editar codigo]Partindo da proposta de Claudio Baraldi e Elena Esposito, sugere-se, a sequencia abaixo como percurso para melhor compreensao da leitura sociologica da sociedade por Niklas Luhmann:
- Comunicacao/unidade social, Senso/sentido, semantica social, generalizacao simbolica
- Paradoxo da diferenciacao, assimetria/identidade, re-entry
- Interacao, expectativa normativa, expectativa cognitiva, sociedade
- Ciencia/observacao de segunda ordem,sociedade complexa, seletividade, Teoria da evolucao/construtivismo
- Sistema/ambiente, estrutura/funcao, acoplamento estrutural, codigo binario de referencia, autopoiese, autorreferencia
- Mudanca/aprendizagem/consenso
- O Direito da Sociedade.
Comunicacao
[editar | editar codigo]O termo comunicacao na Teoria dos Sistemas de Luhmann vai muito alem do idioma e da escrita. A comunicacao e o elemento central de todos os sistemas. Dessa forma, se destaca o sistema fechado dos meios de comunicacao (ou de difusao), constituido por "todas as instituicoes da sociedade que se servem de meios tecnicos de reproducao para a difusao da comunicacao."[8]:16 Incluem-se, portanto, livros, revistas, jornais impressos, ou produtos eletronicos e graficos que sao reproduzidos em grande quantidade para um publico massivo.[8]
Para Luhmann, esses meios sao formas de diminuir a complexidade da comunicacao dentro dos sistemas, a partir da premissa de que esta nao e um evento provavel. A expressao improbabilidade da comunicacao provem de sua formulacao teorica. Segundo a teoria dos sistemas, a comunicacao pode ser impedida porque a mensagem nao e compreendida pelo receptor ou porque nao chega a ele ou nao e aceita por ele. Os meios de comunicacao atuam, da mesma forma que outros media, como formas de reduzir essa "improbabilidade". Um desses media e a linguagem.[9]
Os individuos e os aparatos tecnicos nao possuem relevancia para essa analise, ja que fazem parte do ambiente do sistema - apesar de serem indispensaveis para o seu funcionamento. Os meios de comunicacao fazem com que a presenca fisica do interlocutor seja dispensavel, para que a comunicacao se inicie. De fato, na difusao massificada, baseada no aparato tecnologico, e quase impossivel haver uma interacao entre o emissor e o receptor. Portanto, excluem-se os aparelhos tecnicos e inclui-se o principio da recepcao, em que um individuo ve, ouve, le e interpreta uma mensagem e, a partir disso, gera outra comunicacao.[8]:19
O fechamento do sistema faz com que a comunicacao tenha mais chances de ser efetivada, pois, sendo esta interna, reduz-se a complexidade dentro do sistema: a informacao e escolhida e processada no interior do proprio sistema. Por essa razao, Luhmann afirma que "cada participante tem a oportunidade de extrair da oferta aquilo que lhe convem ou aquilo que, em seu meio (por exemplo, como politico ou como professor), acredita precisar saber."[8]:18
Segundo Luhmann, "a funcao dos meios de comunicacao consiste em orquestrar a auto-observacao do sistema social".[8]:158 Para ele os meios de comunicacao nao buscam a integracao social, mas sim possibilitar um possivel observar dos observadores; dessa forma, sua funcao nao consiste em aumentar o conhecimento, mas sim em tornar as coisas conhecidas,[8]:159 isto e, disponibilizar para o publico a sua observacao de mundo para que esse publico possa elaborar sua propria observacao, por meio da "criacao da realidade", que, no caso dos meios de comunicacao, pode ser entendida como a producao de informacao. Assim os meios possibilitam uma observacao massiva de si mesmos e de sua observacao, que pode ser compreendida como uma "realidade de fundo".[8]
Sendo os meios de comunicacao, produtores constantes de informacoes, eles acabam por veicular novas informacoes e descartar as velhas. Nessa selecao de informacao, necessita-se da memoria para diferenciar entre a informacao e a nao informacao (a nova e a velha). A funcao social dos meios de comunicacao, para Luhmann, e ainda a criacao de uma "memoria sistemica".[8]:158 Essa memoria disponibiliza uma "realidade de background" para todas as comunicacoes da sociedade. E atraves dessa memoria que a realidade e construida.[8]:158
A esfera publica seria como um "lugar" onde as comunicacoes publicas circulam, porem ela deve ser compreendida como um meio que carrega essas comunicacoes. Os meios de comunicacao nao produzem a esfera publica, mas a reproduzem.[10] Ela permeia toda a sociedade, desde as suas interacoes as suas organizacoes. Luhmann cita o mercado como ambiente interno (esfera publica) do sistema economico e a opiniao publica como esfera publica do sistema politico.[8]:169
A comunicacao se divide em tres areas que se diferenciam entre si pelos fatores que utilizam para justificar a forma com que as informacoes veiculadas sao escolhidas. As areas sao: noticias e reportagens, publicidade e entretenimento.[8]:49-51
Noticias e reportagens
[editar | editar codigo]A evolucao do ato de contar aos outros os acontecimentos do dia resultou no surgimento dos jornalistas, profissionais que tem credibilidade com as pessoas em geral por elas considerarem que eles sao bons pesquisadores, logo, relatam os fatos acontecidos com precisao.
As noticias sao relatos de acontecimentos recentes. Em sua escolha dos fatos que serao transformados em noticias, os jornalistas podem utilizar dez seletores para definir o que seria mais importante. Os seletores sao: Surpresa, Conflito, Quantidade, Relevancia Local, Transgressoes a Norma, Julgamentos Morais, Pessoas que violam as normas, Atualidade, Manifestacao de Opinioes e Selecao dos proprios seletores.
As reportagens sao mais extensas e nao dependem dos seletores como as noticias, pois o foco delas nao e o tempo presente nem os acontecimentos mais recentes. Sua principal funcao e aprofundar o conhecimento do publico sobre determinado assunto.[8]:53-77
Publicidade
[editar | editar codigo]A publicidade funciona de forma manipuladora. Ela utiliza meios psicologicos, como a repeticao de propagandas, para fazer as pessoas quererem uma coisa e pensarem que a vontade de comprar aquilo veio delas mesmas, mas na verdade foram influenciadas por comerciais e anuncios. O foco da publicidade e fazer o publico saber que os produtos existem e por qual preco podem ser comprados.
A publicidade utiliza varios metodos para ganhar a atencao dos consumidores, como anuncios visualmente chamativos. E bastante comum tambem o uso da "opacificacao", uma contradicao no uso da linguagem. Por exemplo, anuncios que dizem ao cliente que ele pode economizar comprando determinado produto - sendo que nao e possivel economizar gastando dinheiro. A propaganda nao sabe exatamente que produto o seu publico deseja adquirir, mas investe paraoferecer algo esteja o mais proximo possivel desse desejo.[8]:83-91
Entretenimento
[editar | editar codigo]O entretenimento e caracterizado por producoes que ultrapassam as fronteiras do real e do ficcional, como livros e filmes, e que envolvem completamente o leitor ou telespectador. Quando uma narrativa e bem construida, ela apresenta uma realidade ficticia aos individuos com muitos detalhes. Eles podem ate considerar que essa realidade, por ser muito bem explicada e detalhada, poderia acontecer em seu mundo real.
O entretenimento proporciona ao leitor, no caso de um livro, uma auto-insercao naquele mundo ficticio e, naquele momento de leitura, o mundo ficcional e tao verdadeiro e importante quanto o mundo real. No caso dos filmes, a trilha sonora ajuda a construir a ambientacao e a situar quem os assiste naquele universo.
Quando e exposto a influencias externas ou nao possui referencias a realidade real, o telespectador estabelece as diferencas entre real e ficcional e a sensacao de imersao e quebrada. As historias, mesmo sendo ficticias, fazem com que o telespectador reflita e chegue a conclusoes sobre a sua vida real.[8]:93-109
Trabalhos principais
[editar | editar codigo]- 1969 Legitimation durch Verfahren (publicado em portugues sob o titulo de Legitimacao pelo procedimento. Brasilia: UnB, 1980)
- 1972: Rechtssoziologie I (publicado em portugues sob o titulo de Sociologia do direito I. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1983. 252 p.)
- 1972: Rechtssoziologie II (publicado em portugues sob o titulo de Sociologia do direito II. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1985. 212p.')
- 1981: Ausdifferenzierung des Rechts. Beitrage zur Rechtssoziologie und Rechtstheorie (em portugues, 'A diferenciacao do direito. Contribuicoes para a sociologia e a teoria do direito'; publicado em italiano sob o titulo de La differenziazione del diritto. Contributi alla sociologia e alla teoria del diritto; Bologna: il Mulino, 1990 397p. ISBN 88-15-02100-0)
- 1982: Liebe als Passion: Zur Codierung von Intimitat (publicado em portugues sob o titulo de O amor como paixao: para a codificacao da intimidade; Rio de Janeiro: Bertrand Brasil; Lisboa, Portugal: Difel, 1991. 250p. ISBN 972290051X')
- 1984: Soziale Systeme ('Sistemas sociais')
- 1988: Die Wirtschaft der Gesellschaft ('A Economia da Sociedade')
- 1990: Die Wissenschaft der Gesellschaft ('A Ciencia da sociedade')
- 1991: Soziologie des Risikos ('Sociologia do risco')
- 1993: Das Recht der Gesellschaft ('O direito da Sociedade')
- 1995: Social systems ('Sistemas Sociais')
- 1995: Die Kunst der Gesellschaft ('A Arte da Sociedade')
- 1997: Die Gesellschaft der Gesellschaft ('A sociedade da sociedade')
- 1998: Die Politik der Gesellschaft ('A Politica da sociedade')
- 2000: Die Religion der Gesellschaft ('A religiao da sociedade')
- 2002: Das Erziehungssystem der Gesellschaft ('O sistema educacional da Sociedade')
Ligacoes externas
[editar | editar codigo]- soziale-systeme.de: Pagina em alemao com textos, eventos e bibliografia sobre a teoria de Niklas Luhmann.
- luhmann-online.de: Introducao a teoria do sistema social.
- Globalization or world society: How to conceive of Modern Society?, por Niklas Luhmann (em ingles).
- O pensamento de Niklas Luhmann, Lusofonia.net
- Niklas Luhmann Uma apresentacao, por Joao Pissarra Esteves.
- A politica como subsistema, a sociologia politica de Niklas Luhmann, por George Gomes Coutinho.
Referencias
- | <
> (PDF) - | <
> . infoamerica.org - | Khan, Shamus Rahman. <<Theory of Society, volume 1, de Niklas Luhmann; Stanford: Stanford University Press, 2012. 488pp>> (PDF) . Resenha.
- | Ribeiro, Pedro Henrique Goncalves de Oliveira. Entre eclusas e espelhos: a esfera publica vista a partir de uma leitura critica de Niklas Luhmann e de debates contemporaneos (PDF) (Tese)
- | Luhmann, Niklas (2005). A Realidade dos Meios de Comunicacao. [S.l.]: (Sao Paulo: Paulus). pp. 7 ate 13. ISBN 8534921903
- | a b Bertagnolli, Estevan (2009). <
> (PDF). Consultado em 15 de Abril de 2016 - | Gomes, Ana Angela (2008). A midiatizacao do social: Globo e Crianca Esperanca tematizando a realidade brasileira. [S.l.]: E-papers. ISBN 8576501686
|acessodata=requer|url=(ajuda) - | a b c d e f g h i j k l m n Luhmann, Niklas (2005). A Realidade dos Meios de Comunicacao. Sao Paulo: Paulus
- | Kunzler, Caroline. <>. Estudos de Sociologia. Consultado em 12 de julho de 2016
- | Bertagnolli, Estevan. <
> (PDF)
Trabalhos sobre Luhmann
[editar | editar codigo]- ALBUQUERQUE, Paulo Antonio de M. Funktionen und Struktur der Rechtsprechung im demokratischen Rechtsstaat in normen-und systemteoretischer Perspective. Berlim: Duncker & Humblot, 2001. ISBN 3-428-09894-3.
- ALBUQUERQUE, Paulo Antonio de M., GOMES, Rafael Benevides B. Implicacoes Sistemicas da Sumula Vinculante. in: NOMOS: Revista do Curso de Mestrado em Direito da UFC, v. 26, JAN-JUN, p. 225-238, 2007 ISSN: 1807-3840
- AMATO, Lucas Fucci. Construtivismo juridico: teoria no direito. Curitiba: Jurua, 2017 ISBN 978853627034-0
- AMATO, Lucas Fucci. Constitucionalizacao corporativa: direitos humanos fundamentais, economia e empresa. Curitiba: Jurua, 2014 ISBN 978-85-362-4741-0
- AGGIO, Amanda Bastos M., O Olhar Complexo e Sistemico Aplicado a Comunicacao: a Teoria Sistemica de Niklas Luhmann. Ouro Preto: Intercom 2012
- ARNAUD, Andre-Jean; LOPES JR., Dalmir (org.). Niklas Luhmann: do sistema social a sociologia juridica. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2004 389 p. ISBN 85-7387-487-2
- NEVES, Marcelo. Entre Temis e Leviata: uma relacao dificil. O estado democratico de direito a partir e alem de Luhmann e Habermas. Sao Paulo: Martins Fontes, 2006 353 p. ISBN 85-336-2282-1
- NEVES, Clarissa Eckert Baeta; SAMIOS, Eva Machado Barbosa. Niklas Luhmann: a nova teoria dos sistemas. Porto Alegre: Ed. da Universidade/UFRGS: Goethe-Institut/ICBA, 1997 111p ISBN 8570254237
- MAGALHAES, Juliana Neuenschwander. Historia Semantica do Conceito de Soberania: o paradoxo da soberania popular. Tese de Doutorado apresentada a Faculdade de Direito da UFMG, Belo Horizonte, 2000 424 p.
- ROCHA, Leonel Severo; SCHWARTZ, Germano; CLAM, Jean. Introducao a teoria do sistema autopoietico do direito. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2005.
- ROCHA, Leonel, Michael King e Germano Schwartz. A verdade sobre a autopoiesis no Direito. Porto Alegre: Livraira do Advogado, 2009.
- VILLAS BOAS FILHO, Orlando. O direito na teoria dos sistemas de Niklas Luhmann. Sao Paulo: Max Limonad, 2006, 268p ISBN 8575490222.
- TONET, Fernando. Reconfiguracoes do Constitucionalismo: evolucao e modelos constitucionais sistemicos na pos-modernidade. Editora Lumen Juris.Rio de Janeiro - 2013.
- TRINDADE, Andre. Os direitos fundamentais em uma perspectiva autopoietica.Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007.
- TRINDADE, Andre. Para entender Luhmann e o Direito como sistema autopoietico. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2008.
- BERGHAUS, Margot. Luhmann leicht gemacht: Eine Einfuhrung in die Systemtheorie. Stuttgart 2004.
- STAMFORD DA SILVA, Artur. Dez licoes sobre Niklas Luhmann. Petropolis: Vozes, 2016.
- VIANA, Ulisses Schwarz. A Repercussao Geral sob a otica da teoria dos sistemas de Niklas Luhmann. Sao Paulo: Saraiva, 2011 (2a ed.).
- VIANA, Ulisses Schwarz. Direito e Justica em Niklas Luhmann: complexidade e contingencia no sistema juridico. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor, 2015 (1a ed.).
- NAFARRATE, Javier Torres. Introducao a Teoria dos Sistemas. Petropolis: Vozes, 2009.